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Sorria, você está sendo vigiado

A (falta de) privacidade na internet é tema cada vez mais relevante à medida que o acesso às novas tecnologias aumenta e nossas informações pessoais são transformadas em produtos. 
A situação é real e é o que pagamos pelas comodidades dadas por essas tecnologias atuais, que também estão em cartões de supermercados, farmácias, e até em bilhetes de ônibus. Os dados coletados são importantes para mapear os hábitos dos consumidores/cidadãos. Por um lado, permitem a criação de estratégias e benefícios aos usuários. Por outro, há um controle sobre nosso comportamento.

 

 

Veja de onde pode vir a captação de dados:

Bicicletas compartilhadas registram o trajeto e armazenam dados no cadastro.

Câmeras de vídeo vigilância registram imagens das pessoas;

Cartões de fidelidade criam perfis do consumidor;

Sistemas biométricos de acessar para entrar e sair;

Sistemas de estacionamento para zonas azuis geram dados do usuário;

Celulares podem transmitir informações de geolocalização;

iBeacons: pequenos aparelhos da Apple podem enviar ofertas para telefones próximos de acordo com o perfil da pessoa;

Bilhetes de transporte público geram dados do deslocamento dos usuários;

Wifi gratuitos geralmente pedem um cadastro que exige informações pessoais e ainda são arriscados para o roubo de dados;

Equipamentos podem levantar dados do veículo e do dono apenas filmando a placa;

Aparelhos de televisão inteligentes (as Smartvs) e os consoles de videogames têm câmeras e microfones que também podem captar informações;

Please reload

101 famosos foram vítimas de vazamentos de fotos íntimas ano passado por um hacker.

As imagens estariam dentro do serviço de armazenamento na nuvem da Apple, o iCloud.O hacker que teria atacado o serviço divulgou as fotos em sites e redes sociais na ocasião.

Algumas das atrizes que tiveram suas fotos nuas vazadas foram Kim Kardashian, Rihanna, Mary-Kate Olsen, Avril Lavigne, Kirsten Dunst, Victoria Justice, Selena Gomez, Ariana Grande, Kate Upton, Mary Winstead e Jennifer Lawrence, entre outras.

Uma falha no serviço da Apple teria facilitado o ataque. 15 dias depois do incidente a Apple ampliou a segurança do serviço com aviso sempre que a ID (identificador dos serviços da Apple) for usada. Isso serve como alerta para futuros problemas.

 

* Como utilizar aplicativos e redes sociais sem ter a privacidade invadida?
Geralmente as pessoas não veem o risco de expor sua localização ou o seu endereço, números de telefone em perfis de redes sociais abertos e totalmente públicos. A primeira coisa que as pessoas precisam aprender é usar redes sociais de forma segura, trancando o perfil e suas atualizações, deixando-a ativas somente para amigos. Isso também requer um cuidado: não aceitar qualquer um como amigo. Uma boa regra seria aceitar somente pessoas que você conhece pessoalmente. Todas as redes sociais oferecem recursos de privacidade, que devem usados e ativados pelos usuários. Parcimônia na hora de divulgar dados pessoais é bem-vinda, com isso o usuário evitará problemas futuros.


* Há como evitar a exposição dos dados? Quais redes são mais invasivas?
Todas as redes têm potencial de expor seus dados pessoais de forma exagerada. No Instagram posso sem querer publicar a foto dos meus filhos vestindo o uniforme da escola e com isso já estou revelando onde eles estudam. No Foursquare ficam registrados todos os checkins e meus hábitos de ir e vir. No Facebook expresso minhas opiniões sobre compras e lugares onde frequento, idem quando ao Twitter. Portanto, o melhor a fazer é usar os recursos de privacidade das redes sociais e usá-las com sabedoria. Aqui estão algumas dicas quanto a isso (
https://blog.kaspersky.com.br/privacy-ten-tips/5813/).


* Quais os riscos reais de manter informações pessoais na internet?
Existem alguns riscos os quais podemos minimizar ou evitar, e alguns sobre os quais não podemos fazer nada. Basicamente, quando seus dados pessoais que deveriam estar privados são vazados ou publicados na internet, você corre alguns riscos. O mais sério, na minha opinião, é o roubo de identidade: criminosos irão usar esses dados para atividades maliciosas, como abrir empresas no seu nome, fazer compras fraudulentas, registrar domínios maliciosos usando seu nome, etc. Seria algo similar a perder todos os seus documentos pessoais. Esse material é de valor para os criminosos, que usarão esses dados para golpes. São diversos os relatos de pessoas vítimas desse tipo de golpe. Criminosos podem ainda ser menos agressivos, usando senhas e dados vazados para roubar seu email, perfis em redes sociais, etc. Cybercriminosos também podem usar esses dados para preparar ataques personalizados, usando seus dados pessoais (como emails de phishing exibindo o número de CPF). Quando temos dados pessoais expostos demais, isso também pode ser usado por criminosos (não digitais) para planejar sequestros e roubos. São diversos os casos de pessoas que anunciaram viagens em redes sociais e a bandidagem aproveitou para roubar a casa, na ausência do dono. Há também diversos relatos de sequestros planejados com dados expostos em redes sociais. Para evitar o roubo de identidade, especialmente no que envolve o uso do seu CPF ou nome em compras ilícitas, sugiro a adoção de um serviço de monitoramento de crédito, já existente no mercado.

 

 

O vídeo a seguir mostra como é importante ter cuidado com seus dados. Ele não é novo, é de 2012, mas sua temática é muito atual.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Fonte: Diário do Nordeste (Marcos Monteiro)